segunda-feira, 20 de abril de 2009

Voltei agora da caminhada e foi melhor do que eu esperava.

Tomei dois cocos, ao invés de um.

E o melhor? A paisagem. Que paisagem, viu? (estou nesse momento "que..., viu?").

Se quiserem me ver... toda segunda, umas 9:30, ali perto da rede de vôlei, sentadinho, tomando água de coco e admirando a paisagem...
Acabo de voltar da faculdade e vejo um grupo, meninos e meninas, saindo de carro no melhor estilo "garota eu vou pra Califórnia, viver a vida sobre as ondas". Que inveja, viu? QUE IN.VE.JA! Tudo que eu mais queria agora era juntar os queridos, entrar dentro de um carro e partir... pra um lugar qualquer... onde faça Sol e onde esteja eu, eles e o nosso bom humor de sempre.

Enquanto não posso... resta-me sair pelo calçadão, tomar uma água de coco e começar o dia de uma forma extra-oficial.

Porque eu mereço.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Eu sei que esse post vai começar em um assunto e terminar em outro, totalmente diferente, mas já era previsto. Sou daqueles que adoooora show de calouros. Assistia Raul Gil na Record e Band(eirantes), Fama, Ídolos, Astros e até as criancinhas do Gente Inocente. E como se isso não bastasse, eu ainda resgato pelo youtube (que invenção bacana, diria minha avó) os vídeos do que os calouros estão fazendo por aí. Shirley sempre foi explêndida (divina, diria minha amiga Gabriella com dois Ls). Eu já chorei muito ouvindo-a cantar Vento no Litoral e hoje me emocionei com outros versos que ela anda cantarolando nos bares da vida (ela nasceu pra cantar em bar, diria Thaeme Maryotô). Enfim... minha noite começou com uma intenção frustrada de ir pra cantareira, promoveu-se, talvez, pra duas, quatro e quase cinco cerveja com Júnior, aqui em casa mesmo, ouvindo vozes que me fizeram dizer: "PQP! Que invejinha branca. Eu queria ter a voz dela." ou "Que mulher escrota. Como canta assim?". Começamos na Shirley, passamos pro cantor do lencinho (que já nem me lembro o nome, só mesmo que era composto, tipo de novela mexicana) do Astros e terminamos no tom forte de Ana Carolina. Aí vai entrar a parte romântica da história e quem vai mudar de tom sou eu...

------------------------------------------------------------------

Porque toda música romântica me faz lembrar você. Porque você é o "você" de cada verso que eu ouço? Porque toda música se encaixa, PER.FEI.TA.MEN.TE na nossa história sofrida, amável, intensa e cruel? Porque eu ainda derramo lágrimas quando me perguntam quem é que vai dizer que é IM.PO.SSÍ.VEL o amor acontecer, lembrando da sua voz me sussurando isso, ao pé do ouvido, me jogando uma verdade que eu insistia em fazer mentira? E porque, quando as lágrimas chegam no auge do seu volume, eu digo: "eu sinto tanta falta", se amanhã mesmo eu vou virar as costas pra toda essa nossa história, dizendo que são páginas viradas de um conto que eu quero mesmo é esquecer? E assim como li em uma descrição do youtube, as músicas dizem o que minha razão me impede de falar (era mais ou menos assim). Então eu deixo que os tons, sobre tons, meio tons, acordes e dormes (adoro esses trocadilhos babacas) falem por mim...

------------------------------------------------------------------

E eu sou tãoo estranho, que depois das poucas linhas que escrevi, eu já nem sei se te amo mais... e a música fala por mim... Solta o som aí, Dj! "Agora eu to solteira e ninguém vai me segurar. Daquele jeito!"

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Post rápido, só mesmo pra registrar a alegria que é quando elas se juntam. "Elas" tem o humor que eu admiro, a sintonia que sempre busco e a amizade tão rápida e leal facilmente perceptível. Vou dormir feliz.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Estou em um daqueles momentos em que eu necessito postar aqui. De verdade. Todo esse tempo, entre um post e outro, penso em coisas pra escrever nesse blog que só eu leio, mas acabo me distraindo, me ocupando e esqueço. Mas chegou hoje, em um ponto, que todas as palavras que pensei se acumularam numa quantia tal, que eu não suporto. Encontro-me numa fase em que meu bem, me faz um mal danado. Tudo aquilo que busco, a que me dedico, a que dou importância, tem feito um peso enorme, tanto quanto as palavras acumuladas, ou até mais do que elas. 24 h já não me bastam mais, assim como não me bastam apenas os sábados e domingos do meu mês, nem as poucas horas de descanso. Eu preciso voltar a ser aquele garotinho de 21, estudante, estagiário, desligado, divertido e com uma vontade enorme de ir além das cinco da manhã numa noitada qualquer. Engano, eu preciso na verdade, voltar a poder ficar até cinco da manhã numa noitada qualquer, andar pelo calçadão sem hora pra voltar pra casa, assistir a um filme com um amigo, ver as vitrines repetitivas do Plaza Shopping, ficar depois do trabalho no Koni, jogando papo fora e rindo de coisas banais. Eu queria ter tempo de conversar com meus amigos no msn, sem me martirizar pelo trabalho ainda não ter sido feito, nem a matéria da prova de sexta ter sido toda estudada. E quando eu achei que tudo tinha acalmado, as provas e trabalhos passado e só me restava o estágio e só... me enganei... eu tenho as aulas, que eu nem posso faltar além de cinco dias (somente cinco dias, entre tantos de um semestre), o estágio (que mesmo parecendo que não, estou adorando e me realizando), os freelances, pra tentar completar o que me foi tirado do salário, os trabalhos semanais da faculdade, a janta pra fazer, os pratos pra limpar a mala da viagem ainda pra desfazer... E os amigos? Tenho que ficar mais uma vez devendo a eles. E eu morro, ou me mato, de saudades... :/

quarta-feira, 25 de março de 2009

Justamente hoje, em que minha sorte do orkut disse ser um bom dia para distribuir alegria, me encontro em um nível de estresse elevadíssimo. A única coisa que tenho conseguido distribuir são "coices", "farpas" e coisas do gênero.
Motivo? Trocar o certo pelo duvidoso, eu diria. Mesmo sabendo que o duvidoso me fará crescer (e isso é de fato a única certeza que eu tenho em meio a esses dias tumultuados). Outro motivo? Excesso de coisas para fazer, num tempo que eu não conseguiria executar nem metade delas.
Eu sei que no final fica tudo bem ("a gente se ajeita, numa cama pequena, te faço um poema..."), mas até que o tudo bem não chegue, a pequena chance de ficar tudo mal me desorienta.
Desorienta-me também (num português correto, de aluno de RI da PUC, que é obrigado a escrever com perfeição para não virar motivo de piada na sala) o fato de, em meio a tudo isso, ainda ter que aguentar falsos amigos (que já sairam desse patamar faz tempo e não percebem) se fazendo de sempre amigo que quer ver você ótimo.
Sim, estou bem, estou ótimo. E mesmo que não tivesse não é pra você que eu vou chorar minhas mágoas. Por que pergunta?
São quase duas da madrugada, tenho aula a manhã inteira, começando às sete e meia da matina, curso a tarde inteira e ainda meu pai e minha mãe atacados e me enchendo de perguntas em mais uma visita à República Maravilha. Sabe... Eu sou atarefado e não sou obrigado (antigo "eu sou safada e não sou obrigada", agora no masculino e com um excesso de amadurecimento de um menino preocupado com a carreira, como se fosse um Olivetto, Nizan e Giannini da vida. Esse último, meu mais novo chefe). Mas vocês ainda ouvirão falar de mim...
Bjosnãomeliguempqnãopossoatendernasala.
----------------------------------------------------------------------------
UPDATE: eu ainda gosto de pessoas com um bom papo, senso de humor apurado e, principalmente com respostas melhores que as minhas. Isso é bom de encontrar, às duas da madrugada, mesmo estressado.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Voltando a postar depois de tanto tempo. Um mês sem internet em casa, o que me forçou a parar as consultas a esse meu terapeuta aqui.
Status? Estou bem. Bem mesmo. Apesar da morte do nosso já saudoso Clô, ou Dô, ou Vil, dependendo do seu grau de intimidade. E apesar de eu estar sozinho (lê-se sem amar alguém e sem ser amado). Eu sou do tipo de pessoa que não precisa de outra boca pra conseguir sorrir. Eu tenho a minha e isso basta. Gosto dessa minha mudança, do meu amadurecimento. Gosto muito mesmo de perceber isso, quando me vejo preocupado apenas com os trabalhos de faculdade que tenho pra fazer, pensando na melhor forma de executá-los e tendo que me programar pra poder concluir todos. Quando me vejo tenso pensando no novo emprego, no que fazer para usufruir disso da melhor forma. Me orgulho até de atender um telefonema da minha mãe, que há quilômetros de distância de mim, tem que desligar, porque eu posso deixar o arroz da panela queimar ou o bife passar demais. Hoje sou eu quem tenho que cozinhar pra mim mesmo e ainda lavar as louças depois. Sou eu que tenho que pensar na melhor forma de controlar o dinheiro que tenho e de aproveitar ao máximo o pouco satisfatório que ganho.
Eu mal me vejo com tempo pra pensar em outras pessoas quem não eu, meus amigos e minha família (não consigo ser egocêntrico e individualista pra excluir esses dois pilares da minha lista de "tarefas a cumprir").
Me sinto bem em dormir altas horas da madrugada, pra acordar poucas horas depois, já que meu dia é ocupado e só mesmo no apagar das luzes vizinhas eu consigo cumprir os deveres que me faltam. O ócio soa agora tão chato e tão perigoso pra mim. Meus maiores sofrimentos e piores pensamentos sempre foram provenientes dele.
Eu só não quero que no meio de tantos afazeres eu perca meu senso de humor, meu bom e apurado senso de humor. Eu quero continuar separando minutos e até horas do meu dia pra rir com meus amigos, falar besteiras, deixar a imaginação fluir, mesmo que pelo buraco negro, fundo e fétido da maldade. Eu quero, ao celular, dizer alô, gargalhar e até mais, amigo.